terça-feira, 27 de dezembro de 2022

Danilo Awards 2022

SÉRIE




1. Andor
2. Better Call Saul
3. Strange New Worlds
4. Dahmer
5. Sandman
6. Beavis and Butt-Head
7. Peacemaker
8. The Boys
9. Casa do Dragão

FILMES



1. Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

2. Top Gun: Maverick

3. Mulher Rei

4. Glass Onion

5. Pinóquio (Del Toro)



DISCOS



sábado, 1 de janeiro de 2022

Danilo Awards 2021

 FILME
 

Duna - Parte 1
DUNA - Parte 1




SÉRIE
Beatles Get Back




DISCOS



10. Carcass - Torn Arteries
9. Hypocrisy - Worship
8. Me and That Man - New Man, New Songs, Same Shit, Vol. 2
7. Hooded Menace - The Tritonus Bell
6. Lucifer - IV
5. Go Ahead and Die - Go Ahead and Die 4. Gojira - Fortitude
3. Papangu - Holoceno 2. King Woman - Celestial Blues 1. Tribulation - Where the Gloom Becomes Sound



quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Danilo Awards 2020

Esse ano não foi fácil pra ninguém né? Mas ao menos teve coisas boas na área cultural.

Álbuns:



1. Oranssi Pazuzu - Mestarin Kynsi
2. Puscifer - Existential Reckoning 
 3. Lucifer - III 
 4. Basalt - Silêncio como Respiração 
 5. Mr Bungle - The Raging Wrath of the Easter Bunny 
 6. Pallbearer - Forgotten Days 
 7. Me and that Man -  New Man, New Songs, Same Shit, Vol. 1 
 8. AC/DC - Power Up 
 9. Deftones - Ohms 
 10. Ulver - Flowers of Evil 



 Séries:

1. The Mandalorian S2 
 2. Lovecraft Country S1
3. The Boys S2
 4. The Outsider S1 
 5. DEVS S1 


 Filmes:

1. Homem Invisível 
 2. Borat 2 
 3. Maria e João 
 4. His House 
 5. The Vast of the Night

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Star Wars Episódio IX - The Rise of the Fanfic

No excelente episódio World Between Worlds da série animada Star Wars Rebels, descobrimos uma "dimensão da Força" a qual Palpatine tem interesse em adentrar. Nessa dimensão estão conectados todos os pontos do tempo e espaço. Acho este um conceito muito interessante e é uma pena que JJ não o usou em seu filme. Acessar essa dimensão para ter um controle total da Força poderia ser a missão de Kylo e Rey, sendo lá sua batalha final, e uma vez lá dentro, esta dimensão poderia ser usada para explicar mais sobre a Força, sobre a origem de Anakin e de Rey e ligar todos os nove filmes.
Já em um dos melhores arcos de Clone Wars é explicado sobre as duas formas de manifestação da Força, a Força Viva e a Força Cósmica. A Força Viva está presente nas formas biológicas. Quando uma criatura falece, a Força Viva é convertida na fonte da Força Cósmica, permitindo a coesão entre os elementos do Universo, de forma coletiva. A “Força viva” é aquela que é usada pelos Jedi e os Sith, sendo alimentada pela “Força cósmica”, aquela que une a galáxia.
Depois de ler o roteiro de Duel of the Fates achei alguns conceitos bastante interessantes, em especial Finn ser capturado e acabar cooptando outros troopers para a causa rebelde.
Fiz aqui um pequeno esboço de história usando ideias tanto do Rise of Skywalker quanto do Duel of the Fates, além de vários conceitos do Rebels e Clone Wars, para a minha versão do episódio IX. Ou seja, é uma fanfic baseada no cânone.



Episódio IX - The Rise of the Fanfic

No primeiro ato veríamos Kylo Ren em Mustafar descobrindo antigos artefatos Sith na fortaleza de Darth Vader. Através do force ghost de Palpatine, o Supremo Líder fica conhecendo a lenda sobre o  planeta Mortis, no qual Jedi e Sith acreditavam estar o centro da Força na Galáxia. Palpatine diz que que os artefatos podem ser acoplados aos StarDestroyers da Primeira Ordem, aumentando exponencialmente seu poder de fogo. Entretanto, para isso, eles deveriam ser carregados com a energia do templo em Mortis. Em uma missão conjunta Rey (com sabre duplo), Finn, Poe, Rose e BB8 atacam uma base da Primeira Ordem onde os heróis ficam sabendo sobre os planos de Kylo Ren.

De volta a base da Resistência os heróis descobrem que Leia foi capturada pelos cavaleiros de Ren e com isso os ideais e o ímpeto da Resistência começaram a se perder. Os heróis debatem o que fazer. Poe, C-3PO, R2D2, Chewie e Connix vão atrás de reforços para a Resistência na Millenium Falcon, enquanto Rey, Finn, Rose e BB8 vão para Coruscant, agora capital da Primeira Ordem, tentar encontrar pistas que os levem até Mortis. As aventuras de Poe o levam até Lando, agora muito influente na Galáxia e dono de uma enorme esquadra de naves comerciantes, enquanto os demais acabam enfrentando Kylo e os cavaleiros de Ren. Finn e Rose são capturados, enquanto Rey enfrenta Kylo. Rey escapa, consegue informações que podem a levar até Mortis e decide seguir nesta missão juntamente com BB8 em uma TIE-Fighter roubada.

Jannah, uma ex-stormtrooper, liberta Finn e Rose. Ela diz que são vários os stormtroopers que gostariam de mudar de lado. Finn e Rose se juntam a estes e planejam a tomada de Coruscant. Poe não consegue convencer Lando a juntar sua frota de naves à resistência. Rey chega à Mortis, mas a frota da Primeira Ordem e Kylo Ren também.

No terceiro ato são as naves da Resistência, lideradas por Poe (que seguiu sinal de Rey), que chegam em Mortis. Primeira Ordem e Resistência começam a se enfrentar pelos céus do Planeta. Enquanto isso, em Coruscant, a tropa de ex-stormtroopers começa a atacar o palácio do governo do Chanceler Hux.

Dentro do templo, Rey e Kylo Ren se encontram e conhecem o Guardião, um ser que explica para eles sobre os aspectos da Força. Esta se dividiria em "viva" e "cósmica".  Por esse aspecto dual apenas dois seres dotados de extremo poder e que estivessem em ressonância entre si poderiam usar o templo para adentrar o "mundo entre mundos". No centro da dimensão, aquele que fosse merecedor conseguiria dominar não só o aspecto Vivo, como todos os Jedi e Sith, como também o Cósmico, se tornando o ser mais poderoso da Galáxia. Vendo que seus amigos estão em menor número, Rey se une momentaneamente à Kylo e ambos entram no templo dispostos a ganhar o poder supremo da Força. A Jedi pretende tomar o poder para ajudar seus amigos.
O Guardião conta que Palpatine e seu mestre Darth Plagueis, real identidade de Snoke, haviam tentado, sem sucesso, adentrar aquela dimensão. Entretanto, o desbalanço entre a Força Viva e Cósmica que causaram na Força resultou no surgimento de Anakin, razão esta dele e seus descendentes serem tão poderosos. Essa mesma distorção foi a responsável pelo nascimento de Rey, anos mais tarde (já que a Força sempre age de forma dual).
Palpatine voltou a tentar adentrar a dimensão inúmeras vezes com seu aprendiz Darth Vader (que acreditava ser a chave para trazer Padmé de volta a vida). Sem sucesso, acabou resolvendo trocá-lo por Luke, porém acabou sendo morto por Anakin na batalha de Endor. Em sua forma fantasma ele compreendeu que nunca havia conseguido seu objetivo por que cada um dos dois seres deveria representar um aspecto da Força, o lado luminoso e o lado sombrio, como Rey e Kylo agora representavam.

Enquanto Finn e os demais conseguem invadir o palácio de Hux em Coruscant. Poe tem dog fight com as naves dos cavaleiros de Ren. Na Falcon estão Poe e Chewie na cabine e C-3PO e Connix nos torretes. Finn encontra Leia congelada em carbonita na sala de Hux e a descongela. Depois de contatar Poe e descobrir o que está havendo, eles mandam mensagem da general para a galáxia chamando para a batalha em Mortis. Lando e outras pessoas na Galáxia decidem se juntar a luta.

Usando sua conexão e seu poder, Kylo e Rey entram na dimensão da Força. Com essa abertura para o mundo entre mundos as naves da Primeira Ordem começam a receber energia do templo e se tornar cada vez mais poderosas. Lá dentro, Kylo e Rey vêem passado e futuro, passando por vários cenários conhecidos da Saga como Tatooine, Dagobah, Mustafar, onde enfrentam avatares da Força que tomam a forma de vários jedi como Qui-Gon, Obi Wan e Mace Windu, enfrentados por Kylo e sith como Assajj, Dooku e  Maul enfrentados por Rey. Por fim, a visão personifica Anakin e Darth Vader ao mesmo tempo, sendo o primeiro enfrentado pelo líder supremo e o segundo pela jedi.
Do lado de fora do portal, o Guardião se revela como o Force Ghost de Palpatine. Ele espera a inversão do fluxo da Força viva e cósmica por Rey e Kylo para que consiga voltar a vida mais poderoso do que nunca, quando fecharia o portal com os dois lá dentro. Ao voltar à vida o antigo imperador tomaria o controle da Primeira Ordem e da Galáxia. Neste momento, Lando e demais naves chegam à Mortis e se juntam à luta.

Juntos Rey e Kylo derrotam os avatares e chegam ao centro da dimensão. Eles passam a se enfrentar para dominar o poder cósmico. Rey vence o duelo, se torna merecedora e começa a inverter o fluxo da Força para tomar o poder para si. Enquanto isso, no templo, o Force Ghost de Palpatine passa a absorver o lado Vivo e a voltar a vida.
Luke aparece como Force Ghost para Rey e diz que ela deve consertar o balanço da Força. Segundo o mestre, foi a interferência no fluxo iniciada por Palpatine e Snoke que propiciou o surgimento do Império e da Primeira Ordem e, se ele não for consertado, novas guerras virão. Rey começa a usar sua força para isso, quase morrendo no processo. Kylo Ren retorna e tenta tomar o poder para si. Entretanto, como ele não foi o merecedor por ter perdido o duelo, o avatar da Força retorna como um híbrido de Vader e Anakin e o destrói. A liberação de energia resultante acaba consertando o fluxo entre Força viva e Cósmica e joga Rey para fora do mundo entre mundos. O fantasma de Palpatine que estava voltando a vida se desintegra. As naves da Primeira Ordem deixam de receber energia do templo.

Finn captura Hux e Rose consegue acesso à rede da Primeira Ordem, desativando os escudos dos Star Destroyers remotamente. A armada de Poe e Lando acaba derrotando a frota da Primeira Ordem. Na comemoração em Coruscant Finn e Rose se beijam. Rey encontra Leia e elas se abraçam observadas pelo force ghost de Luke.

domingo, 29 de dezembro de 2019

Star Wars IX - A Ascensão Skywalker



Reclamou-se muito que Rian Johnson desfez, em seu The Last Jedi, tudo o que o JJ Abrams tinha feito no Episódio 7, e eu não posso discordar mais. Foi JJ quem deixou todos os set ups preparados para aquele filme com o sumiço de Luke e uma coleção de personagens genéricos como Phasma, Snoke e Maz Kanada. Tudo que Rian fez no Episódio 8 foi ou uma continuação lógica da história ou uma tentativa de dar voz própria a essa trilogia, ao invés de seguir JJ e entregar algo como um A Primeira Ordem Contra-Ataca. Já o este Ascensão Skywalker praticamente esquece que houve algo entre o Force Awakens e ele.

O Episódio 8 deixou um terreno limpo para a imaginação e o que JJ escolheu fazer com isso? Escutar todos os haters em redes sociais e fóruns de internet fazendo mais um soft remake. Neste caso, a inspiração foi um pouco menos óbvia do que em Force Awakens, mas sem dúvidas a ideia foi realizar uma espécie de Retorno de Jedi Parte 2, além de tentar apagar tudo o que parte do fandom não havia gostado no filme anterior. A Ascensão Skywalker passa mais tempo respondendo questões e pedindo desculpas a quem não gostou do The Last Jedi do que tentando contar sua própria história. E no meio disso tudo toneladas de referências aos filmes mais antigos. 
Curioso que de certa forma o roteiro do filme não respeita nem mesmo as próprias criações de JJ. Se lá no Episódio 7 fomos apresentados à nova ameaça galática, a temível Primeira Ordem, aqui essa construção é jogada fora para a volta do Imperador Palpatine e sua frota. A Primeira Ordem foi reduzida à UMA nave.

Até que volta de Palpatine poderia ser uma ideia interessante, se melhor trabalhada. No filme ele entra apenas para termos um chefão final, enquanto Kylo Ren tem sua redenção e Rey tem sua absurda história de origem contada. E como ele sobreviveu? E de onde veio essa frota que eram basicamente centenas de Estrelas da Morte?

É uma tristeza o que fizeram com a bonita mensagem do filme anterior, quando qualquer um poderia se tornar um herói. Agora voltamos a estaca zero, com poucas famílias detendo o poder da Galáxia. E o filme é tão covarde que temendo ser atacado por isso insinua levemente (sem coragem de admitir, claro) que Finn é sensível à Força também.
Mas o pior para mim foi a coitada da Kelly Marie Tran. Depois de sofrer tanto ataque misógeno e racista a atriz foi recompensada com... ostracismo! Pode-se não gostar do personagem da Rose Tico e de seu papel no filme anterior, mas a covardia com que o roteiro tratou desse problema extra-filme é assustadora. Por que ela não acompanha a aventura? Para "compensar" a falta de representatividade JJ trouxe a dispensável personagem Jannah. Rose poderia muito bem estar em seu lugar e inclusive ter se tornado um par romântico efetivo de Finn. É bizarro que em 2019 o personagem negro só possa ter como interesse romântico uma outra personagem negra.
Aliás, personagens inúteis é o que não falta... a própria Jannah, D-O, Zori Bliss... não vejo outro motivo nestes personagens a não ser vender boneco e inchar o filme (e isso deve ser culpa do roteirista Cris Terrio, vide seus filmes na DC).
Enquanto os piores momentos momentos do filme são aqueles em que tentam "consertar" o Episódio 8, como o tratamento dado à personagem Rose Tico e a absurda nova origem de Rey, os melhores sem dúvida são aqueles construídos naquele filme, como a relação entre Rey e Ben e sua conexão pela Força.
Rey e principalmente Kylo Ren foram de longe as melhores coisas dessa trilogia, sendo bem trabalhados em todos os filmes. E é curioso que mesmo tentando apagar de todas as formas o The Last Jedi foi a conexão na força dos dois surgida naquele episódio que trouxe o grande momento do filme, a luta em que cada um está fisicamente em um lugar diferente.

Aliás, sempre que os personagens interagiam o filme saia da mediocridade para algo próximo do que se espera de um Star Wars, como na impressionante cena no deserto e a maravilhosa luta nos destroços da Estrela da Morte.

Outro momento emocionante da Ascensão Skywalker veio diretamente do filme anterior: o encontro de Rey e do fantasma de Luke, que acaba entregando a ela seu antigo X-Wing, ainda que esta cena termine com a esdrúxula história do treinamento e do sabre de Leia.

O terceiro ato do filme se transforma em O Novo Retorno de Jedi, com a ação se dividindo em um ataque terrestre à uma torre, a frota rebelde e a frota imperial se enfrentando no espaço e dois personagens enfrentando Palpatine, mas sem o frescor e a criatividade do Episódio VI. E se esta resolução não é inventiva, ao menos temos mais um bom momento com Rey e Ben lutando lado a lado.

Mesmo com todos seus defeitos A Ascensão Skywalker acaba se tornando uma experiência válida devido à seus personagens carismáticos, humor bem encaixado, boas cenas de ação e principalmente pelas sementes plantadas no Last Jedi. É um filme relativamente bom, mas que empalidece perto de outros filmes da saga e do que poderia ter sido se dirigido por alguém mais competente e criativo do que JJ Abrams (como gostaria de ver o que Rian Johnson teria feito neste Episódio IX).


Danilo Awards 2019

E para não perder a tradição, finalmente o Danilo Awards 2019!
Obs 1: obviamente quando digo "melhores" quis dizer "os que mais gostei"
Obs 2: não vi muita coisa importante ainda, como Good Place, Rick & Morty, O Farol...

Melhores Álbuns:

5. Rammstein - Rammstein
4. Baroness - Gold & Grey
3. Torche - Admission
2. Tool - Fear Inoculum
1. Rival Sons - Feral Roots


Séries:

10. Good Omens S1
9. The Expanse S4
8. Lost in Space S2
7. The Boys S1
6. Stranger Things S3
5. The Mandalorian S1
4. Dark S2
3. Watchmen S1
2. Jack Ryan S2
1. Chernobyl S1


Filmes:


10. John Wick 3
9. Vingadores Ultimato
8. Coringa
7. Lords of Chaos
6. Era uma vez em Hollywood
5. O Irlandês
4. Parasita
3. Entre Facas e Segredos
2. Doutor Sono
1. Nós




quarta-feira, 19 de junho de 2019

Baroness - Gold & Grey

John Baizley, guitarrista, vocalista e líder do Baroness declarou "tenho certeza que acabamos de terminar nosso melhor e mais aventureiro álbum até hoje". Se "melhor" é um conceito mais abstrato e pessoal, é inegável que Gold & Grey é de fato o trabalho onde a banda se arriscou mais. E isso não é pouco para um grupo que nunca se repetiu em nenhum de seus lançamentos.
Ouvir um novo CD do Baroness é sempre um desafio para seus fãs. Tudo que pensamos saber e esperar da banda é constantemente subvertido, mas talvez nunca tenha sido tanto quanto agora. A começar pela grande quantidade de faixas, 17, sendo que seis destas (Sevens, Anchor's Lament, Blankets of Ash, Crooked Mile, Can Oscura e Assault on East Falls) se pareçam mais com vinhetas do que com músicas de fato, o que acaba diluindo e enfraquecendo o resultado final (com exceção da boa Can Obscura).
Dentre as demais faixas, as que mais soam como Baroness "clássico" são as ótimas "Front Toward Enemy", "Borderlines" e "Throw Me an Anchor" que poderiam ter saído de esforços anteriores como Purple ou Yellow & Green.
Neste novo trabalho a banda trás 3 baladas: "I'm Already Gone" , com uma interessante sonoridade alt-rock, a emocionante  "I'd Do Anything" e aquela que considero o ponto mais fraco do álbum, a insossa "Emmett - Radiating Light". "Tourniquet", "Cold-Blooded Angels" e  "Broken Halo" são boas músicas que trazem um lado mais hard rock do quarteto, mas que não se destacam na discografia da banda.
O grande destaque fica para o single "Seasons" que traz uma variação de andamentos que vão do drum'n'bass à blast beats em uma progressão orgânica e empolgante pelos seus quatro minutos e meio.
 Gold & Grey termina com uma faixa que simboliza bem todo o CD, Pale Sun, que alterna momentos pouco inspirados (e que soam como vinheta) com outros excelentes e criativos. 
Este novo álbum mostra uma banda sempre em evolução, buscando agregar ao seu som, mas que nem sempre consegue acertar. Apesar de discordar de Baizley quanto a Gold & Grey ser o melhor CD do Baroness, ele é mais um grande trabalho desta que é sem dúvidas uma das melhores bandas atuais e que, em um mundo mais justo, já teria se tornado muito maior do que é.